terça-feira, 12 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Letra P
>>Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes,
>>portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para
>>Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
>>
>>Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí,
>>pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou,
>>porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos
>>para poder pagar promessas.
>>Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão
>>para Papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.
>>Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.
>>
>>Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo
>>pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se
>>principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem
>>pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo
>>percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para
>>pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar
>>pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos,
>>preferindo Pedro Paulo precaver-se.
>>Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando,
>>porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares,
>>principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente!
>>Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar
>>patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro
>>Paulo.
>>
>>Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando
>>Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para
>>Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão
>>para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.
>>Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão,
>>penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço
>>proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas
>>pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?
>>Papai proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei
>>procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo
>>permanecer por Portugal.
>>
>>Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos
>>pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar
>>profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem
>>prosseguir peregrinando.
>>Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus,
>>piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar
>>pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas,
>>Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.
>>
>>Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles
>>profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém,
>>Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos.
>>Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios
>>para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo
>>Pereceu pintando... '
>>Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para
>>pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.
>>portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para
>>Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
>>
>>Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí,
>>pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou,
>>porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos
>>para poder pagar promessas.
>>Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão
>>para Papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.
>>Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.
>>
>>Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo
>>pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se
>>principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem
>>pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo
>>percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para
>>pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar
>>pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos,
>>preferindo Pedro Paulo precaver-se.
>>Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando,
>>porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares,
>>principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente!
>>Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar
>>patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro
>>Paulo.
>>
>>Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando
>>Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para
>>Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão
>>para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.
>>Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão,
>>penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço
>>proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas
>>pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?
>>Papai proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei
>>procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo
>>permanecer por Portugal.
>>
>>Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos
>>pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar
>>profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem
>>prosseguir peregrinando.
>>Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus,
>>piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar
>>pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas,
>>Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.
>>
>>Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles
>>profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém,
>>Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos.
>>Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios
>>para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo
>>Pereceu pintando... '
>>Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para
>>pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.
terça-feira, 5 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Essa é boa...
ENTREVISTA COM UM GENERAL FUZILEIRO NAVAL:
Independente de como você se sente a respeito das leis sobre desarmamento, vai gostar dessa entrevista!!!! Esta é uma das melhores respostas. É uma parte de uma entrevista da Rádio Pública Nacional (NPR) concedida a uma radialista pelo General Reinwald, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais (Marines), que estava prestes a receber uma tropa de escoteiros em visita à sua instalação militar.
ENTREVISTADORA: Gen. Reinwald, o que sua corporação irá ensinar a estes jovens meninos enquanto visitam sua base?
GEN. REINWALD: Nós vamos ensinar-lhes alpinismo, canoagem, arco-e-flecha e a atirar.
ENTREVISTADORA: Atirar! Isso me parece um tanto irresponsável, não é?
GEN. REINWALD: Eu não vejo porque; eles serão adequadamente supervisionados no estande de rifle.
ENTREVISTADORA: Você não admite que esta é uma atividade terrivelmente perigosa para ser ensinada a crianças?
GEN. REINWALD: Eu não vejo como. Nós daremos as aulas apropriadas de rifle antes mesmo que toquem uma arma de fogo.
ENTREVISTADORA: Mas você não estará capacitando-os para que se transformem em assassinos violentos?!
GEN. REINWALD: Bem, moça, você é plenamente equipada para ser uma prostituta, mas você não é uma, é?
Fez-se silêncio e a entrevista foi encerrada.
Independente de como você se sente a respeito das leis sobre desarmamento, vai gostar dessa entrevista!!!! Esta é uma das melhores respostas. É uma parte de uma entrevista da Rádio Pública Nacional (NPR) concedida a uma radialista pelo General Reinwald, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais (Marines), que estava prestes a receber uma tropa de escoteiros em visita à sua instalação militar.
ENTREVISTADORA: Gen. Reinwald, o que sua corporação irá ensinar a estes jovens meninos enquanto visitam sua base?
GEN. REINWALD: Nós vamos ensinar-lhes alpinismo, canoagem, arco-e-flecha e a atirar.
ENTREVISTADORA: Atirar! Isso me parece um tanto irresponsável, não é?
GEN. REINWALD: Eu não vejo porque; eles serão adequadamente supervisionados no estande de rifle.
ENTREVISTADORA: Você não admite que esta é uma atividade terrivelmente perigosa para ser ensinada a crianças?
GEN. REINWALD: Eu não vejo como. Nós daremos as aulas apropriadas de rifle antes mesmo que toquem uma arma de fogo.
ENTREVISTADORA: Mas você não estará capacitando-os para que se transformem em assassinos violentos?!
GEN. REINWALD: Bem, moça, você é plenamente equipada para ser uma prostituta, mas você não é uma, é?
Fez-se silêncio e a entrevista foi encerrada.
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