segunda-feira, 26 de setembro de 2011
A lembrança do passado será uma nostalgia não vivida
Objetivos do Blog (Introdução)
domingo, 25 de setembro de 2011
O mundo perfeito não existe
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
O Fim de uma Era
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Grande Texto
MARCELO GLEISER - Conversa sobre o nada
O nada, por incrível que pareça,vem ocupando a imaginação de filósofos e cientistas há milênios. Coisa simples, não é? Imaginar a ausência de tudo, o vazio absoluto, não deve ser tão complicado. Grande engano. Se a ideia do nada como a ausência total de matéria é trivial, quando pensamos um pouco mais sobre o assunto, a coisa complica.
Foram os atomistas Leucipo e Demócrito, na Grécia do século 5 a.C., que tiveram uma grande sacada: e se o cosmo contivesse duas coisas, os átomos que constituem a matéria e o vazio onde se movem? Com isso, na ausência de um átomo, existe apenas o espaço vazio.
Aristóteles, um século mais tarde, descartou a ideia. Para ele,o espaço vazio era uma impossibilidade. Existe sempre algo preenchendo o vazio, que ele chamou de "éter". Caso contrário, ponderou, objetos poderiam atingir velocidades infinitas, algo que não parecia possível.
As ideias sobre o vazio de Aristóteles, Mesmo que transformadas, retomaram força com o francês René Descartes no século 18. Para ele, o vazio também não existia. Uma forma de matéria fluida preenchia o espaço.
Para explicar as órbitas dos planetas em torno do Sol ou da Lua em torno da Terra, descartes supôs que esse fluido, ao girar, criava uma espécie de redemoinho que levava os planetas em suas órbitas.
Newton, um pouco mais tarde, demonstrou matematicamente que o espaço não pode ser preenchido por um fluido: sua viscosidade faria com que os planetas espiralassem sobre o Sol. O nada voltou a existir.
Quando, no século 19, foi descoberto que a luz é uma onda eletromagnética, a questão do meio material em que essa onda se propagava veio à tona. Afinal, ondas de água se propagam na água, ondas de som no ar. Qual o meio em que as ondas de luz viajavam? Foi sugerido que o espaço, afinal, não era vazio; existia uma espécie de fluido que permitia a propagação das ondas de luz. Em 1887, porém, um experimento que visava confirmar a existência do éter falhou. A luz e a sua propagação se tornaram um grande mistério, que só foi resolvido em 1905, quando Einstein propôs que a luz não precisava de meio algum para se propagar. O nada voltou, triunfante. Mas não por muito tempo.
Na década de 1920, com a mecânica quântica, a física que estuda os átomos e partículas, ficou claro que conceitos do nosso dia a dia precisavam ser revisados radicalmente. Entre eles, a noção de que objetos podem ficar parados.
No mundo dos átomos, tudo vibra incessantemente. Com isso, sempre existe uma energia residual, cujo valor flutua aleatoriamente. Juntando isso ao fato de que a energia e a matéria estão intimamente relacionadas, flutuações de energia são convertidas em partículas de matéria.
Dadas as flutuações de energia,partículas de matéria podem surgir do nada. A física quântica leva à conclusão de que o nada, no sentido de ausência de tudo, não existe.
Em1998, essa história ganhou um novo capítulo. Foi descoberto que o Universo está em expansão acelerada.
Entre as explicações sugeridas para isso, a mais plausível é que o efeito seja gerado pela energia do vazio, as tais flutuações quânticas.
Nesse o caso, o nada, ou sua versão quântica, é responsável pelo destino do nosso Universo.
MARCELO GLEISER éprofessor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro "Criação Imperfeita"
terça-feira, 12 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Letra P
>>portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para
>>Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
>>
>>Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí,
>>pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou,
>>porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos
>>para poder pagar promessas.
>>Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão
>>para Papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.
>>Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.
>>
>>Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo
>>pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se
>>principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem
>>pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo
>>percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para
>>pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar
>>pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos,
>>preferindo Pedro Paulo precaver-se.
>>Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando,
>>porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares,
>>principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente!
>>Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar
>>patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro
>>Paulo.
>>
>>Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando
>>Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para
>>Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão
>>para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.
>>Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão,
>>penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço
>>proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas
>>pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?
>>Papai proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei
>>procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo
>>permanecer por Portugal.
>>
>>Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos
>>pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar
>>profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem
>>prosseguir peregrinando.
>>Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus,
>>piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar
>>pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas,
>>Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.
>>
>>Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles
>>profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém,
>>Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos.
>>Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios
>>para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo
>>Pereceu pintando... '
>>Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para
>>pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.
terça-feira, 5 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Essa é boa...
Independente de como você se sente a respeito das leis sobre desarmamento, vai gostar dessa entrevista!!!! Esta é uma das melhores respostas. É uma parte de uma entrevista da Rádio Pública Nacional (NPR) concedida a uma radialista pelo General Reinwald, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais (Marines), que estava prestes a receber uma tropa de escoteiros em visita à sua instalação militar.
ENTREVISTADORA: Gen. Reinwald, o que sua corporação irá ensinar a estes jovens meninos enquanto visitam sua base?
GEN. REINWALD: Nós vamos ensinar-lhes alpinismo, canoagem, arco-e-flecha e a atirar.
ENTREVISTADORA: Atirar! Isso me parece um tanto irresponsável, não é?
GEN. REINWALD: Eu não vejo porque; eles serão adequadamente supervisionados no estande de rifle.
ENTREVISTADORA: Você não admite que esta é uma atividade terrivelmente perigosa para ser ensinada a crianças?
GEN. REINWALD: Eu não vejo como. Nós daremos as aulas apropriadas de rifle antes mesmo que toquem uma arma de fogo.
ENTREVISTADORA: Mas você não estará capacitando-os para que se transformem em assassinos violentos?!
GEN. REINWALD: Bem, moça, você é plenamente equipada para ser uma prostituta, mas você não é uma, é?
Fez-se silêncio e a entrevista foi encerrada.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Fascista, sujo ou o que pareça ser... Os bombeiros estão errados.
Raças Humanas
O que ocorre é que visualmente essa diferença é perceptível. Qualquer indivíduo, se indagado sobre a questão de cores, por exemplo, saberá diferenciar um negro de um caucasiano. Por mais que a biologia moderna nos diga que a diferença é mínima e é basicamente a questão da quantidade de melanina que determinado indivíduo produz, isso é uma diferença. Falar que um negro é absolutamente igual a um branco é tão absurdo quanto falar que um poodle é absolutamente igual a um pastor alemão. Todos são cachorros, mas são diferentes. Todos somos humanos, mas somos diferentes.
Está chegando a hora
Criança Esperança e o assistencialismo.
O que muitos não sabem é que o nome "Criança Esperança" não é um projeto social em si, é uma marca. Quando se doa para caridade ou se patrocina um atleta, grandes empresas obtém um abatimento no Imposto de Renda. A questão é que, por não ser um projeto social propriamente dito, quem doa para o criança esperança não obtém descontos. Você doa para uma marca da Globo e a mesma repassa as doações, agora sim, para projetos. Ou seja, quem doa é você, mas quem tem desconto no pagamento de seus impostos é a Globo, que se dá bem às suas custas.
Por isso quando chega o mês de agosto e me deparo com Didi e cia. na televisão, chego a ficar enjoado. Isso tudo seria pouco se ainda não levássemos em conta os pontos débeis da campanha. A criança carente tem toda a assistência necessária. O adolescente carente, também. Mas quando chegam aos dezoito anos, que se virem por conta própria. Não se ensina um ofício nas ONG's beneficiadas pelos projetos. As crianças apenas ficam amontoadas em casas quentes comendo pão e torcendo pra aparecer junto com o Didi na Globo para falar como eles são bonzinhos. Como dão sem esperar nada em troca.
Realmente deprimente o que o mundo globalizado e capitalistafaz com atitudes que deveriam ser tão bem vistas como doar. Em vez de irmos às ruas lutar por nossos direitos e ideais, nos aconchegamos no sofá, assistimos ao Show da Ivete e doamos 5,00 pelo telefone (por desencargo de consciência). Depois, vamos dormir e nos esquecemos da realidade do país pobre e subdesenvolvido em que vivemos. Viva o telefone. A nova solução dos problemas brasileiros...
JOÃO GABRIEL
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Dia do trabalhador
Profecias de um jovem insano com problemas mentais graves
Falar de sociedade no mundo capitalista canibal governado por torturadores da democracia do primeiro mundo é algo impossível... O que um dia se chamou de povo está decadente e não passa de um amontoado de acéfalos que nada fazem, pura massa de manobra.
Passar uma vida inteira em um escritório, para se ver livre aos 60 anos, entrevado, filhos criados e mulher já cavernosa e enrugada não é o sonho de vida daqueles que contribuíram por anos a fio.
Ninguém mais possui opiniões, aquilo que a massa faz o indivíduo faz. As crianças vão pra escola, são torturadas por velhos dinossauros da ditadura espacial de um zumbi intergalático judeu (mais conhecido como Jesus), fazem faculdade e trabalham como escravos por anos para levar uma vida que nem de perto corresponde para o que se prepararam.
A voz do povo não é mais nada, o povo não é ninguém. Quem manda é o jogador de futebol do alto de sua Mercedes, é o pagodeiro safado do alto de sua Ferrari. Estamos nos enganando, valorizando quem não tem valor e ignorando quem merece reconhecimento.
Vamos acordar! O mundo precisa de mudanças já!
Feliz 1º de Maio para os verdadeiros heróis da nação!