Esses são ícones indiscutíveis da música internacional. Todos de épocas distantes. Tudo bem que alguns perdurem por décadas e se arrastem até os dias de hoje. São aclamados por todos os tipos de público. De todas as faixas etárias.
Agora, o que a atual geração irá deixar para seus descendentes? O que você, jovem, vai mostrar a seu filho quando ele lhe indagar o que ouvia? Justin Bieber ou Lady Gaga? Proibidão ou pagofunk? Teria coragem de mostrar esse tipo de coisa (coisa sim, pois música que não é) a seus filhos?
A geração atual só produz lixo. O mundo acelerado faz com que aquilo que é muito bom hoje seja ultrapassado amanhã. O que faz sucesso não é o bom, é o comentado. Se bombou na Web é bom, não importa que o cantor utilize playback ou que sequer tenha noção musical... O que importa é estar na moda.
Aquele que ouve uma música alternativa ou antiga é o estranho é a ovelha negra. Quero só ver daqui um tempo se alguém ainda vai se orgulhar de ouvir Cláudia Leitte ou se vai optar por um bom e velho Beatles. Só uma pequena pergunta que ninguém sabe me responder: Cadê o Xande? (é assim que escreve?) Cantor baiano é que nem amor de carnaval... Façam suas analogias sozinhos.
Desse emaranhado cultural vomitado em todos diariamente pela internet temos que saber o que vale a pena e o que não vale.
Há quem diga: "Mas eu gosto mesmo assim. E daí?"
Ok, cada um tem o direito de gostar do que quiser, mas todo undo prefere uma FERRARI a uma Elba duas portas.
Más comparações a parte, chego a uma única opinião: Simbiose com a música atual, onde quantidade é mais que qualidade e nada realmente se fixa, é impossível. Gosto musical se discute sim... Vamos ouvir algo bom e deixar Shakira e Rihana morrerem de fome. Valorizemos quem merece.
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